Saúde pra dar e vender…

Saúde pra dar e vender…

Saúde pra dar e vender…

Estamos nos aproximando do Natal, período em que as pessoas normalmente refletem sobre o ano que passou e traçam objetivos para o que virá.

Fazendo um retrospecto de 2003, nós, da Controllab trabalhamos ativamente para o aprimoramento dos nossos serviços e produtos, porque acreditamos que a excelência e a efetividade de resultados constituem o pilar da parceria com você, nosso cliente!

Algumas de nossas realizações e conquistas:
– O Lançamentos de programas que promoveram ampliação dos serviços para 187 ensaios, distribuídos em 21 áreas do laboratório clínico.
– Otimização operacional das remessas mensais.
– Viabilização da entrega de boleto com as remessas.
– Ajuste nas embalagens, valorizando conceitos e normas de biossegurança.
– Revalidação dos credenciamentos RBC/Inmetro (calibração) e Reblas/Anvisa (provedor de ensaio de proficiência PROFI-001), certificação ISO 9001 BVQI no âmbito nacional (Inmetro) e internacional (UKAS) e, recentemente a obtenção de mais um credenciamento na Reblas/Anvisa como Laboratório de Referência Analítica (ANALI-036) para análises clínicas, físico-químicas e microbiológicas.

Também em 2003, concretizamos o antigo sonho de oferecer informação ágil, versátil e segura através do sistema online. E, para selar essas realizações, criamos o Qualifique, boletim informativo que tem estreitado, ainda mais, o relacionamento com nossos clientes.

Mas nossa mais importante conquista continua sendo ter ver você como parceiro. Por isso registramos aqui nossos agradecimentos e os votos de um 2004 repleto de perspectivas positivas, e que possamos contribuir de alguma forma para cada uma delas.

Uma mulher à frente da Sociedade Mundial de Patologia Clínica

Pela primeira vez em sua história, a Sociedade Mundial de Patologia Clínica (WASP – World Association of Societies of Pathology) terá uma mulher na presidência no próximo mandato. Para nosso orgulho, e não por coincidência, esta mulher é brasileira, e sua contribuição para a medicina é mais do que reconhecida. É a Dra. Marilene Rezende Melo, sócia-diretora do laboratório SAE que, com seu marido e parceiro de trabalho – o Dr. Evaldo Melo, falecido neste ano -, revolucionou a Patologia Clínica no Brasil.

Qualifique – O que faz a WASP e onde fica sediada?
Dra. Marilene – A WASP foi fundada em 1947, em Paris, e congrega 28 associações médicas do mundo todo em 18 países. Seu objetivo é patrocinar a educação da patologia clínica, bem como contribuir para a formação do médico patologista. A Secretaria fica no Japão, e a presidência, no país de origem do presidente.
 
Quais os seus principais desafios à frente da WASP?
Conhecer a patologia clínica nos diferentes países e fazer com que todos os laboratórios do mundo sejam capazes de ter uma acreditação. Temos que trabalhar junto à OMS, para que a patologia seja exercida com qualidade, acompanhando a evolução da medicina, e também para que haja uma legislação nos diferentes países.
 
O que a WASP tem feito pelos laboratórios menos qualificados?
Há muitos lugares no mundo em que não existem bancos de sangue e laboratórios de qualidade. Então, a WASP envia um diretor àquele país para ministrar cursos que elevem o nível desses patologistas clínicos. Além disso, possui um organismo, a WASP Foundation, que distribui três bolsas por ano a patologistas que querem se aperfeiçoar em países desenvolvidos na área em que eles pretendem atuar.
 
Como a patologia clínica brasileira é vista nos outros países?
A SBPC é uma das mais organizadas do mundo, e muito bem conceituada na WASP.
 
E na sua avaliação pessoal, como estão qualificados os laboratórios brasileiros?
Dos quase 10 mil laboratórios existentes no Brasil, a grande maioria é de alta qualidade. Mas temos alguns pequenos que necessitam de avanços. Estamos trabalhando para que todos consigam se aperfeiçoar e oferecer uma boa qualidade de medicina. Temos a Controllab, com seu controle de qualidade que é uma garantia de eficiência para os laboratórios. Inclusive meu marido participou ativamente da criação da empresa que Marcio Biasoli, profissional ético e respeitável, conduz com muita competência. Hoje, existem mais de mil laboratórios que fazem o PELM. É uma garantia até para o paciente, que precisa ter certeza de que o seu exame está correto.
 
Quando será a sua posse na WASP?
Em maio de 2005, no Congresso Mundial da Turquia, em Stambul. Até lá, gostaria que todos contribuíssem com ideias e sugestões, para me dar um suporte a mais.
 

Só neste ano, quatro laboratórios brasileiros foram destruídos – total ou parcialmente – após incêndio, causados por sobrecarga de energia e falta de manutenção na instalação elétrica. O Qualifique selecionou algumas instruções para prevenir e combater incêndios, com base em pesquisas realizadas junto ao Corpo de Bombeiros.

– Procure um profissional especializado para fazer uma auditoria nas instalações elétricas.
– Contrate um seguro contra incêndio. Muitos dos laboratórios possuem equipamentos em comodato, contabilizando altos prejuízos nos casos de incêndio.
– Consulte a NBR 13.534: Instalações elétricas para estabelecimentos assistenciais de saúde – requisitos de segurança.
– Verifique os equipamentos que podem ser desligados quando não estão em atividade à noite e aos finais de semana (Ex. centrífugas).
– Certifique-se de que há chaves protetoras no equipamentos que precisam ficar ligados continuamente.
– Verifique a situação dos equipamentos de combate a incêndio.

Dano moral passível de reparação

A emissão de resultados de exames e análises com equívoco, seja por lapso material ou erro científico, leva o julgador a declarar a responsabilidade do prestador de serviços, que deverá indenizar a vítima, conforme o dano causado. Isto porque a conclusão equivocada de diagnóstico ou análise de materiais compromete, por exemplo, toda a conduta clínica a ser adotada em um tratamento. É o chamado erro essencial, aquele que é cometido pelo estabelecimento que se presta à essência do próprio objetivo, que, neste caso, consiste em analisar e examinar o material que lhe é fornecido.

Segundo a doutrina, as informações mal divulgadas, que não espelhem a verdade ou sejam dirigidas a pessoa errada, certamente causarão abalo psíquico em quem a recebeu, acarretando-lhe infortúnios de ordem moral, consubstanciada em sofrimento, angústia e incerteza.

Contudo, desde 1995, após criação da Lei 9.099/95, que instituiu os juizados especiais, vem aumentando o número de demandas de menor complexidade e de caráter indenizatório. Isto ocorre porque o acesso gratuito à Justiça vem motivando uma série de ações, muitas delas, é bem verdade, de fundamento dúbio.
Diante disso, os laboratórios devem buscar a excelência na prestação dos serviços, por meio de uma maior fiscalização em seu processo produtivo, de forma a tornarem-se menos vulneráveis às possibilidades de erro e, por conseguinte, do dever de indenizar.

Colaboração: Fernando Charnaux Rocha é assessor jurídico de laboratórios farmacêuticos e consultor de hospitais e laboratórios clínicos no Rio de Janeiro.

charnaux@charnaux-mignot.com.br

Padrão mundial de controle interno

Nas últimas três décadas, a sistemática de controle interno de qualidade no Brasil evoluiu principalmente em relação aos materiais, que passaram de pool de pacientes em nível único para controles comerciais estáveis e em diferentes níveis (normais e anormais).

O processo de análises repetidas de um controle estável foi descrito por Shewhart em 1931 e introduzido na área clínica em 1950 por Levey e Jennings. Apenas em 1977, Westgard começou a publicar artigos sobre métodos de análise dos dados até que, em 1981, lançou o conceito de Regras Múltiplas, logo adotado como padrão mundial.

O método de Regras Múltiplas se propõe a ser útil e prático, combinando facilidade de uso, maior eficiência e decisões imediatas, com alta capacidade de identificação de erro e menor probabilidade de falsa rejeição.

Embora este método tenha 22 anos, no Brasil é pouco utilizado, predominando a prática de controle com um só nível e regra única de exclusão (geralmente a faixa do fabricante do controle ou variações superiores a dois desvios-padrão).

Para disseminar os conceitos e o uso das Regras Múltiplas no Brasil, a Controllab obteve a autorização de James O. Westgard para traduzir seus artigos e os disponibilizou no site Controllab. O Qualifique adianta para vocês algumas de suas dicas:

– Selecione um controle estável, com dois ou mais níveis.
Use o resultado do fabricante apenas até obter seus próprios resultados. Os resultados do fabricante não refletem a realidade técnica do laboratório – variação real do processo e a qualidade mínima desejada -, além de praticar regra única.
– Realize pelo menos 20 dosagens para calcular sua média e o desvio-padrão. O ideal é realizar as dosagens em momentos diferentes (uma por dia, por exemplo) para obter uma amostragem real, reduzindo a interferência de erros ou tendências pontuais.
– Realize a análise do controle imediatamente após a sua dosagem. As regras múltiplas permitem rejeitar ou aceitar uma corrida com segurança a cada dosagem. O que possibilita a aplicação de medidas corretivas em tempo real.

Com o mercado cada vez mais competitivo, uma carga tributária crescente e a acelerada alta nos custos, tornou-se necessário um modelo financeiro que permita a criação de controles internos e a total utilização dos benefícios fiscais permitidos pela legislação.

Segundo o consultor financeiro José Miguel Rodrigues Silva, o planejamento tributário é hoje um instrumento indispensável para a competição e a sobrevivência de qualquer empresa. Saiba por que:

– A opção pelo enquadramento tributário da empresa em relação ao Imposto de Renda e à Contribuição Social pode render uma economia de até 8% sobre a receita bruta.
– Um simples planejamento na forma de remuneração dos dirigentes da empresa pode gerar uma economia média de 12,5% no Imposto de Renda.
– Conforme a classificação da atividade do contribuinte, o Governo pode ficar com cerca de 42% a 51% do lucro das empresas.

Estes percentuais significam um pesado impacto no caixa das empresas, obrigando-as a adotar uma contabilidade ágil e preparada para constantes mudanças, oferecendo todas as possibilidades de redução nos custos tributários e administrativos.

José Miguel Rodrigues Silva
jmr@jmrconsultoria.com.br

A Imuno-hematologia consiste, basicamente, em determinar os grupos sanguíneos, realizar pesquisas de aloimunização, preparar o sangue para transfusão, realizar fenotipagem de doadores de órgãos e estudos de paternidade.

No ponto de vista médico e de saúde publica, a transfusão de sangue com anticorpos incompatíveis é tão grave quanto aquela que apresenta anticorpos dos vírus das Hepatites B e C, da Aids e outros. Isto porque, dependendo do tipo do anticorpo na circulação, pode levar o paciente ao óbito em poucas horas, enquanto nos casos de Hepatite ou Aids, por exemplo, o receptor desenvolverá a doença, sintomática ou não, depois de alguns meses.

A importância do controle de qualidade
A confiabilidade de poder utilizar um soro de classificação com título, especificidade e avidez confiáveis justificam a necessidade de um controle de qualidade adequado. Se um soro está com baixo título de anticorpo, pode acarretar uma não-reação quando estiver em presença do antígeno da hemácia de um paciente ou doador examinado.
Logo, um indivíduo AB poderá ser classificado como O, caso os anti-soros A e B estiverem com níveis de anticorpos baixos e não se faça a prova reversa, muito comum em laboratórios de Análises Clinicas.
Muitos reativos de células eritrocitárias de painéis de pesquisa e identificação de anticorpos irregulares são importados, trazendo hemácias com fenótipos antigênicos dos sistemas dos grupos sanguíneos não muito comuns a nossa população. Isto acarreta em falta de caracterização de anticorpos irregulares nos nossos pacientes e doadores. Muitas vezes, os próprios profissionais que trabalham na Hemoterapia alertam os representantes das firmas distribuidoras dos reativos para este tipo de problema.

A responsabilidade por acidentes transfusionais
Alguns artigos científicos demonstram que a Imuno-hematologia tem importância definitiva na Hemoterapia, justificando que é cada vez mais arriscado o uso das transfusões. Isto porque, com o conhecimento moderno, há um individualismo sanguíneo que serve como impressão digital e prova de identidade.
Desta forma, os grandes erros que ocasionaram acidentes transfusionais são de responsabilidade do Laboratório, pois as provas cruzadas dão a segurança pela detecção do sangue imunologicamente compatível.
Apesar do alto grau de conhecimento da Imuno-hematologia nos últimos anos, os acidentes transfusionais notificados superam os números esperados, devido à falta de conhecimento para aplicação dos grupos sanguíneos nas transfusões, nos componentes e nos hemoderivados. Talvez isto ocorra porque o controle técnico pela fiscalização está dirigido para a sorologia das doenças transmissíveis. Sabe-se, por exemplo, que em 1993, dos 2.013 casos de Aids notificados, 8,8% foram originados por transfusão.

Padronizar é preciso
Apesar de extremamente necessário, ainda não existe um programa de autoridades nacionais com normas e padronizações para avaliar a qualidade e notificar os serviços de controle de classificação, fenotipagem, provas de compatibilidade do sangue e dos reagentes usados para estas avaliações. Tal iniciativa garantiria ao receptor de sangue a certeza de não ter uma surpresa imunohematológica irreversível e até fatal. Portanto, é imprescindível acabar definitivamente com a existência de um “sangue universal”.
Quer saber mais sobre este tema? Consulte a Resolução RDC nº 343, de 13/12/2002 – Regulamento Técnico de Serviços de Hemoterapia, publicada no DOU em 17/01/2003.

Colaboração: Paulo M. T.Cotias o Farmacêutico e Bioquímico – Chefe do Laboratório de Imuno-hematologia do Serviço de Hemoterapia do IPEC/FIOCRUZ, Coordenador do Curso de Especialização e Hemoterapia do IOC/FIOCRUZ”

Eficiência e segurança no processamento de dados

Internet, levantamentos e compilação de dados, orçamentos, geração de estatísticas, segurança dos dados, atendimento, monitoramento da rede… A elaboração e a manutenção de todos os sistemas utilizados pela Controllab – sejam para clientes internos ou externos – são de responsabilidade do setor de Tecnologia da Informação
A Controllab tem investido muito no setor de tecnologia, para que possa oferecer cada vez mais serviços de alta qualidade a seus clientes. Servidores de alto desempenho e capacitação da equipe de tecnologia são exemplos dos investimentos feitos para garantir uma maior agilidade em todos os processos da empresa.

Dentre os recentes projetos da área, destaca-se o site da empresa, que além de informações institucionais com conteúdo relevante para todos os laboratórios, proporciona diversos serviços aos clientes através de uma área protegida.

Segundo Rafael Balthazar, Gerente de TI da Controllab, o site é fruto de um trabalho de vários meses envolvendo além da equipe interna, empresas especializadas em projetos para Internet. Todos os pontos do site foram amplamente discutidos, objetivando facilitar a vida dos clientes. 

Foi um trabalho minucioso até ele ser colocado no ar, tendo passado por uma reformulação, em abril deste ano, graças ao feedback que recebemos de clientes. Hoje, está muito mais leve, e fácil de navegar

A análise e o processamento ficaram muito mais rápidos e confiáveis, reduzindo a burocracia tanto da Controllab como dos clientes. Assim, há uma agilidade muito maior, no processamento e no retorno das informações quando os dados dos formulários são gerados diretamente pela Internet.

O Dr. Jeferson Carvalhaes de Oliveira, médico com doutorado em Biologia Parasitária pelo Instituto Oswaldo Cruz e Professor Adjunto da disciplina de Micologia na UFF-RJ, dá uma visão geral dos métodos empregados no laboratório para o diagnóstico micológico.

– Médicos, enfermeiras e técnicos de laboratório devem trabalhar em conjunto, a fim de assegurar um exame micológico adequado, informando a suspeita clínica e definindo o local da coleta.

– Dentre os princípios gerais para uma boa coleta de amostra cutânea está a aplicação de álcool a 70% na área de eleição para eliminar contaminantes bacterianos.

– Médicos e técnicos não podem se esquecer de perguntar ao paciente se ele está em uso de medicação específica (antifúngicos). Se a resposta for afirmativa, deverá suspender ou interromper o tratamento, para, então, ser submetido ao exame micológico.

– As amostras de pele devem ser obtidas no bordo eritematoso, e as de unha infectadas, no limite entre a área normal e a alterada. A coleta, para ser bem feita, necessita de um instrumental apropriado.

– O transporte deve ser realizado em contêiner apropriado. A amostra recebida ou obtida no próprio laboratório deverá ser submetida ao exame direto, o mais rápido possível, e inoculada em meios adequados.

– Os materiais densos ou opacos para exames diretos, como escamas de pele, biópsia, raspados de unha e pêlos devem ser clarificados com hidróxido de potássio ou de sódio a 20%. Em seguida, deverão ser colocados sobre uma lâmina, cobertos com lamínula e examinados ao microscópio, na tentativa de se identificarem as estruturas fúngicas. Os meios de cultura, geralmente utilizados são ágar Sabouraud e ágar Mycosel. O tempo de crescimento nestes meios deve ser de 15 a 30 dias.

Descrição mais completa dos métodos pode ser obtida no livro Tratado de Micologia Médica Lacaz, autoria do Prof. Carlos da Silva Lacaz, em sua 9ª edição.

O natal do Prof. Biasoli

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PRM 0009

Acreditação Cgcre/Inmetro - Produtor de Material de Referência Certificado

A Controllab é acreditada como Produtor de Material de Referência Certificado (MRC) desde 2016 pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE), do Inmetro, sob o n.º PMR 0009. A avaliação dessa conformidade é realizada conforme os requisitos estabelecidos nas normas ABNT NBR ISO 17034 e Inmetro, garantindo assim a competência para a produção dos MRC, conforme Escopo de Acreditação.

Esta acreditação atesta a competência técnica da Controllab em produzir MRC, conforme requisitos internacionais e a habilita para ser reconhecida em outros países, conforme acordos de reconhecimento mútuo, estreitando as barreiras técnicas entre o Brasil e os outros países dos Continentes.

A Cgcre é signatária dos Acordos de Reconhecimento Mútuo da International Laboratory Accreditation Cooperation (ILAC) e da Interamerican Accreditation Cooperation (IAAC)

CAL 0214

Acreditação Cgcre/Inmetro - Laboratório de Calibração

Em dezembro de 2002, o Laboratório de Calibração foi acreditado pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) do Inmetro. Com esse reconhecimento, tornou-se parte integrante da rede brasileira de laboratórios acreditados, sob o nº214. Desde então, é avaliado periodicamente para a manutenção e/ou extensão da acreditação.

O selo do Inmetro atesta competência técnica, credibilidade e capacidade operacional da Controllab para os serviços de calibração, conforme requisitos da ABNT NBR ISO/IEC 17025.

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PEP 0003

Acreditação Cgcre/Inmetro - Provedor de Ensaio de Proficiência

Em setembro de 2011, a Controllab foi acreditada pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) do Inmetro como provedor de ensaio de proficiência, sob o nºPEP0003. Inicialmente dentro de um projeto piloto do Inmetro, esta acreditação baseou-se na ILAC G13: 2007 e incluiu diversos ensaios clínicos e de hemoterapia. Nas avaliações periódicas desta acreditação novos segmentos e ensaios são incluídos e a avaliação passa a ser conduzida segundo a ABNT NBR ISO/IEC 17043.

Esta acreditação atesta a competência técnica da Controllab em desenvolver e conduzir ensaios de proficiência conforme requisitos internacionais e a habilita reconhecida em outros países, conforme acordos de reconhecimento mútuo firmados pelo Brasil no Mercosul, Américas e Europa.

A Cgcre é signatária dos Acordos de Reconhecimento Mútuo da International Laboratory Accreditation Cooperation (ILAC) e da Interamerican Accreditation Cooperation (IAAC)