Técnicas de recuento en microbiología

Técnicas de recuento en microbiología

O evento foi ministrado por Fernanda Drumond, especialista em segurança alimentar e gestora do laboratório de ensaios microbiológicos da Controllab. Durante o Encontro Online, Fernanda, que possui mais de 25 anos de experiência em análises microbiológicas, detalhou as contagens pelas técnicas: do Número Mais Provável (NPM); de Espalhamento em Superfície (Spread Plate); de Semeadura em Profundidade (Pour Plate); além da liberação do resultado final (contagem encontrada x diluição analisada); e os principais tipos de erros associados a cada técnica.

Perguntas & Respostas

A seguir, encontra-se a dúvida que não foi respondida durante o Encontro Online.

O Standard Methods for Examination of Water and Wastewanter, 24th EditionAPHA, 2024 e outras metodologias orientam sobre as regras de leitura para placas com elevadas contagens. Por experiência, não utilizo esta técnica visto que não observo boa repetitividade de resultados. Desta forma, prefiro considerar os resultados das placas com muito crescimento (TNTC) acima da faixa significativa do método e liberar o resultado como “maior que”.

Quanto ao comentário: “O SMEWW estabelece manter o meio no banho-maria por até 3 h a 44-46°C”, cabe acrescentar que, Standard Methods for Examination of Water and Wastewanter, 24th Edition – APHA, 2024, 9215B, o meio deve ser mantido em banho-maria a 44-46°C por não mais que 3 horas.

O meio de cultura pode ser aquecido em banho-maria ou micro-ondas em potência máxima de 70%. O importante é não submeter o meio de cultura a altas temperaturas por um período de tempo maior que o necessário, pois isso pode resultar na degradação de seus componentes.

Diversas referencias descrevem a contagem pela técnica do NMP (Número Mais Provável) em alimentos, como por exemplo o Bacteriological Analytical Manual (BAM) – Chaper 4 – FDA, 2020 e Compendium of Methods for the Microbiological Examination of Foods, 5th Editition – APHA,2015.

Complemento: BAM – FDA

A forma de realizar os cálculos vai depender da especificação da amostra analisada, bem como da carga microbiana esperada. Para cargas microbianas muito elevadas é possível fazer uma diluição seriada na proporção 1:100 e assim obter as diluições 10-2, 10-4, 10-6, 10-8 e assim sucessivamente até a diluição desejada.

As técnicas de contagem em microbiologia não variam muito, o que na verdade vai variar são os meios de cultura utilizados. Esses variam em função do microrganismo avaliado e/ou metodologia adotada.

A Contagem pela Técnica do Pour Plate (Semeadura em profundidade) está entre as principais técnicas utilizadas na análises de água e alimentos. E está descrita nas principais metodologias aplicadas na área, como por exemplo, Bacteriological Analytical Manual (BAM) – Chaper 3 – FDA, 2021, Compendium of Methods for the Microbiological Examination of Foods, 5th Editition – APHA,2015, entre outros.

Para Contagem de Bactérias Heterotróficas em água potável utilizamos preferencialmente a técnica de Pour Plate (Semeadura em profundidade) e fazemos a inoculação de 1 mL e 0,1 mL de amostra. Caso todas as placas utilizadas na análise da amostra estejam com o resultado acima da contagem significativa (300 UFC/placa) o resultado final deve ser:

Diversas referências descrevem a utilização da correção de volume, como por exemplo Standard Methods for Examination of Water and Wastewanter (SMEWW), 24th Edition – APHA, 2024 no item 9215A.

O SMEWW estabelece que o ‘número total de colônias contadas’ deve ser dividido pelo ‘volume de amostra plaqueado’, o que, matematicamente, equivale a multiplicar pelo fator de correção de volume. Trata-se apenas de diferentes formas de expressar o mesmo conceito.

A utilização de técnicas inadequadas de pipetagem pode resultar em erros na diluição seriada da amostra, além de contaminação da amostra e de suas diluições.

Sim, e inclusive está descrita em diversas metodologias de análise.

Como já comentado, por experiência, não utilizo esta técnica visto que não observo boa repetitividade de resultados. Desta forma, prefiro considerar os resultados das placas com muito crescimento (TNTC) acima da faixa significativa do método e liberar o resultado como “maior que”.

  • Fernanda Drumond

    Especialista en seguridad alimentaria y gestora del laboratorio de ensayos microbiológicos de Controllab

  • Adriana Vieira

    Supervisora Educacional de Controllab y moderadora del encuentro

Otras Reuniones

Inflamación en la Citología Ginecológica: Cómo reconocer alteraciones reactivas y evitar errores diagnósticos en el Papanicolaou
La amenaza fantasma: Phytobacter y la crisis de la identificación en el laboratorio
Paraproteinemias y gammapatías monoclonales: enfoque práctico de laboratorio
plugins premium WordPress
X
Usamos cookies y otras tecnologías similares para mejorar su experiencia, posibilitando una navegación más personalizada, de acuerdo a las características y su interés. Para obtener más información, consulte nuestra Política de privacidad y seguridad.

PMR 0009

Productor de Material de Referencia Certificado

Acreditado por la Coordenação-Geral de Acreditação do Inmetro

Controllab está acreditado como Productor de Material de Referencia Certificado (MRC) desde 2016 por la Cgcre, con el Nº PMR 0009. La evaluación de esta conformidad se realiza según los requisitos establecidos en las normas ABNT NBR ISO 17034 e Inmetro, garantizando así la competencia para la producción de los MRC, de acuerdo al Alcance de Acreditación. 

Esta acreditación atestigua la competencia técnica de Controllab en la producción de MRC, de acuerdo con los requisitos internacionales y permite que sea reconocida en otros países, de acuerdo con acuerdos de reconocimiento mutuo, estrechando las barreras técnicas entre Brasil y otros países del continente.

Materiais de Referência Certificados - PMR 0009 - ABNT NBR ISO 17034-Controllab
Cgcre es signatario de los Acuerdos de Reconocimiento Mutuo de la International Laboratory Accreditation Cooperation (ILAC) y Interamerican Accreditation Cooperation (IAAC).

CAL 0214

Laboratorio de Calibración

Acreditado por la Coordenação-Geral de Acreditação do Inmetro

En diciembre de 2002, el Laboratorio de Calibración fue acreditado por la Cgcre. Con este reconocimiento, se convirtió en parte integral de la red brasileña de laboratorios acreditados, bajo el nº CAL 0214. Desde entonces, se evalúa periódicamente para el mantenimiento y/o extensión de la acreditación. 

Esta acreditación atestigua la competencia técnica, la credibilidad y la capacidad operativa de Controllab para los servicios de calibración, de acuerdo con los requisitos de la ABNT NBR ISO/IEC 17025.

Calibração de Instrumentos - CAL 0214 - ABNT NBR ISO/IEC 17025 - Controllab

Cgcre es signatario de los Acuerdos de Reconocimiento Mutuo de la International Laboratory Accreditation Cooperation (ILAC) y Interamerican Accreditation Cooperation (IAAC).

PEP 0003

Proveedor de Ensayos de Aptitud

Acreditado por la Coordenação-Geral de Acreditação do Inmetro

En septiembre de 2011, Controllab fue acreditada por la Cgcre como proveedor de ensayos de aptitud, con el nº PEP 0003. Inicialmente como parte de un proyecto piloto de Inmetro, esta acreditación se basó en ILAC G13: 2007 e incluyó varios ensayos clínicos y de hemoterapia. En las evaluaciones periódicas de esta acreditación, se incluyen nuevos segmentos y ensayos y se comienza a realizar la evaluación según ABNT NBR ISO/IEC 17043.

Esta acreditación da fe de la competencia técnica de Controllab para desarrollar y realizar ensayos de aptitud de acuerdo con los requisitos internacionales y le permite ser reconocida en otros países, de acuerdo con los acuerdos de reconocimiento mutuo suscritos por Brasil en Mercosur, América y Europa.

PEP 0003 - ABNT NBR ISO-IEC 17043 - Controllab

Cgcre es signatario de los Acuerdos de Reconocimiento Mutuo de la International Laboratory Accreditation Cooperation (ILAC) y Interamerican Accreditation Cooperation (IAAC).